para reflexão…

Olá!

Esse post é para reflexão sobre a teimosia de alguns setores da política e da economia que insistem em utilizar modelos matemáticos como forma de tradução verdeira (dogmática?) da realidade.

Meu argumento é simples, quase uma brincadeira, mas possibilita uma reflexão razoável. Veja esse trecho de um artigo do site Opera Mundi:

(…) O Financial Times realizou em seu site (leia aqui – inscrição gratuita) uma previsão da quantidade total de medalhas em Londres-2012, utilizando os parâmetros dos principais modelos disponíveis, cujas variáveis vão desde o PIB per capita, passando pela população, até o desempenho médio em Olimpíadas dos países.

O resultado obtido é bastante próximo à realidade, apesar da margem de erro muitas vezes elevada, levando a uma subestimação do total de medalhas japonesas, iranianas, húngaras e colombianas, cujos desempenhos estão realmente muito acima de sua média histórica. Os modelos também superestimaram, visivelmente, o potencial de Cuba, Bulgária e Ucrânia, antigos centros de excelência esportiva socialista, agora em plena decadência.

No esporte, como na economia, a capacidade de previsão dos economistas convencionais tem, no entanto, deixado muito a desejar.

Com base, entre outros, em uma critica aos modelos matemáticos usados em climatologia, o professor Felício, da USP, afirma que o efeito estufa é, na melhor hipótese, superestimado. Já o artigo acima cita uma “brincadeira” do Financial Times através da qual foi feita uma previsão, com muitos erros, do quadro de medalhas das Olimpíadas com base em modelos matemáticos.

Até quando alguns políticos e supostos intelectuais continuarão brincando com emprego, renda e crescimento econômico com base em seus modelos indefectíveis e mágicos?

Para o artigo completo do Opera Mundi, clique aqui.

Abraços a todos!