Estado Islâmico: outra consequência da política externa dos EUA

Olá!

EI

A política externa americana tem se mostrada das mais desastrosas desde os anos 1980. Trata-se de uma política externa de tacão na qual o uso da força dispensa o diálogo. Típico de uma visão de si marcada por uma insustentável superioridade que dispensa a negociação com aqueles que fazem oposição, aqueles que passam ao rol dos indesejáveis, dos maus.

Se os EUA de Reagan (Republicano) conseguiu atacar a capital da Líbia e colocar este país como pária do Sistema Internacional, o Democrata Obama conseguiu derrubar e matar o presidente Kadafi resultando numa instabilidade política interna que não apenas ceifa as vidas de incontáveis habitantes, mas também inviabiliza o exercício de poder americano na região assim como a exploração econômica. Uma política externa americana que já foi ruim fica cada vez pior…

Em um esforço para entendimento dos problemas relacionados ao Estado Islâmico, segue abaixo um artigo assinado por Patrick Cockburn, retirado do site esquerda.net.

Estado Islâmico: Como a ‘Guerra ao Terror’ criou o grupo terrorista mais poderoso do mundo

Para compreensão de uma forma alternativa de política externa, segue um vídeo do então ministro das relações exteriores, Celso Amorim, acerca da superação dos problemas. Trata-se de uma entrevista com o Ministro no programa Roda Viva da Rede Cultura em 22 de junho de 2009. É um pouco antigo, os temas tratados em grande parte se modificaram. Vale, entretanto, apreender uma forma menos autoritária, antropocêntrica e moralista de realização da política externa.

Boa sorte a todos!